Duas linhas de postes com o mesmo vão médio podem exigir cabo e ferragens diferentes. Antes da cotação, registe a rota real em vez de enviar apenas uma distância em metros.
Comece pelas distâncias reais entre postes
Anote cada vão, mudança de direção, altura de fixação e obstáculo. Separe travessias de estrada, rio ou linha elétrica dos vãos normais e identifique o maior de cada grupo.
Separe vãos normais de travessias especiais
Uma travessia longa pode exigir verificação mecânica própria, maior distância ao solo ou outro desenho de cabo. Não dimensione toda a ligação por uma única travessia sem rever os restantes troços.
Planta da rota, maior vão, número de fibras, tensão de instalação, cargas de vento ou gelo, altura, bainha, norma e comprimento de bobina.
Bainha PE ou anti-tracking?
PE serve muitas rotas de telecomunicações. Perto de campos elétricos fortes, uma bainha AT pode ser exigida conforme a posição do cabo e o desenho da linha. A decisão deve seguir o projeto, não uma regra comercial genérica.
Confirme cabo e ferragens em conjunto
Grampos de suspensão e ancoragem devem corresponder ao diâmetro acabado, resistência e vãos. Escolher ferragens cedo demais pode resultar numa faixa de aperto incorreta.
Planeie bobinas pelos troços de instalação
Coloque emendas em pontos acessíveis e considere reserva, método de desenrolamento e capacidade de manuseamento. Um comprimento prático reduz emendas sem criar uma bobina impossível de mover.
O que confirmamos antes da produção
- Número e tipo de fibras.
- Tabela de vãos e cargas ambientais.
- Flecha, tensão e resistência mecânica.
- Bainha e impressão.
- Ferragens adequadas ao diâmetro final.
- Comprimentos, etiquetas e destino.
